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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Sobreviventes da AIDS na década de 80

Sobreviventes da crise dos anos 1980 AIDS têm relatos de suas experiências compartilhadas.

Como o Reino Unido comemora Mês da História LGBT, os usuários do Reddit revelou o que era como estar vivendo em o que parecia ser um estado constante de tragédia.

Pessoas LGBTI reais lembrar a confusão, a falta de informação, a falta de apoio do governo por causa do sofrimento do vírus conhecido apenas na época como GRID (deficiência imunológica gay-relacionada).

"Eu sou um homem gay de 62 anos de idade. Eu, felizmente, conseguiu passar a epidemia que começou no início dos anos 80 e foi para a direita até meados da década de 90. Você pergunta o que era? Eu não sei se eu posso nem começar a dizer quantas maneiras AIDS afetou a minha vida, embora eu nunca pegou o vírus ", disse um usuário.

"No início dos anos 80, eu tinha o que eu considero realmente um grande círculo de amigos e conhecidos e uma vez que a epidemia realmente começou a bater, não era incomum para descobrir três, quatro ou mais pessoas que você conheceu morreram a cada mês. Montamos grupos de apoio informais e formais para cuidar de nossos amigos que ficou doente. Alimentá-los quando eles iriam comer. Mudando-los. Lavá-las. Atuando como intermediário com as famílias que "estavam preocupados" sobre os seus filhos, sobrinhos, irmãos, etc., mas não iria dar uma mão para ajudar, porque a AIDS era, você sabe, nojento

"Depois que eles passaram, havia serviços memoriais para planejar sem tempo real para se lamentar, porque quando um passado, você foi necessária em outro lugar para começar o processo todo novamente.

"Eu mantive um álbum livro de memória / foto de todos que eu sabia que morreu de AIDS. É muito grande para dizer o mínimo. Quem eram esses caras? Essas eram as pessoas que eu tinha planejado para envelhecer com. Eles eram a família que eu tinha criado e queria passar o resto da minha vida com o tempo que for humanamente possível, mas no momento eu estava no meu final dos anos 40, cada um deles tinha ido embora, exceto por dois queridos amigos meus.

"Tudo o que nos resta desses dias são uns aos outros, as nossas memórias e imagens. Espero que a declaração não sair como lamentável embora. Estou em forma, saudável, activo e você sabe o quê? Gosto de todos os dias da minha vida. Eu gosto dele porque a maioria dos meus amigos não podem. À minha maneira pessoal, eu quero honrar suas vidas, vivendo e desfrutando a minha. "

Outro usuário disse: "Foi flat out assustador. cada cara que você conheceu era como uma possível bomba-relógio. especialmente no período inicial, quando sabíamos muito pouco sobre isso - não sei se você pode obtê-lo pelo beijo, segurando as mãos ...

"Então, muitos de seus amigos ou amigos de amigos ficam doentes e mais doentes e depois morrer. E você nunca deixar de ser realmente realmente muito chateado com a coisa toda. Estou vivo hoje por pura aleatoriedade. '

E outro disse: 'Se você estivesse vivendo no Castro em San Francisco, todos no bairro era gay ... Então, não era apenas a seus amigos que estavam morrendo, era toda a sua vizinhança. Um dia, seu carteiro seria substituído, no dia seguinte que floricultura tinha ido embora ... Você não seria convidado para o funeral, por isso era exatamente como as pessoas estavam desaparecendo. "

"Foi uma loucura. Foi terrivelmente cruel ", disse outro Redditor. "Foi inexplicável e inexplicada, por um tempo muito longo. A investigação foi subfinanciado e, em muitos casos, as grandes instituições e figuras públicas enraizado para que possa ser acontecendo. Pessoas morreu repentinamente de coisas inexplicáveis. Toe fungo! Tongue sapinho! Erupções cutâneas. Olhos brotando de sangue. Merda horrível.

"Todo mundo sabia que ele estava batendo gays, ninguém sabia o que era. Chamavam-lhe o câncer gay. As pessoas estavam muito supersticioso. Eu tinha um punhado de mantimentos e homem me deu palestras sobre não pressionar os botões do elevador com o meu nariz, porque eu poderia pegar AIDS a partir dele. Sim. Isso aconteceu. '

Uma lésbica da época disse: "Enquanto eu não estava" em risco "(per se, sabemos mais nos dias de hoje), todos nós perdemos muitos bons amigos. É verdade que há uma atitude separatista um pouco incompreensível (para mim) entre alguns homens e mulheres homossexuais, especialmente naquela época, desta vez trágica realmente nos uniu.

"Sentado à beira do leito de um amigo em estado terminal, e apenas segurando sua mão quando todo mundo estava apavorado, foi um presente que eu era um daqueles dispostos a dar.

"Ninguém deveria morrer sozinho, e ninguém deve estar no hospital em seu leito de morte com a família ligando para dizer" este foi deuses punição ". Eu e meus amigos, homens e mulheres, agiu como uma camada protetora para amigos doentes, e companheiro de amigos em comum que manipula a mesma realidade, difícil de tentar estar lá, e ser forte quando estávamos perdendo nosso direito de família e esquerda. Tempos difíceis, que nunca deve ser esquecido. "

AIDS Crisis Lesbians

Seguros e o HIV

Pessoas que são HIV + vida é maior quando receber tratamento anti-retroviral (ART) e esta tendência pode colocar mais dinheiro no seu bolso. Neste blog, vou explicar por que mortes de SIDA inferiores podem economizar dinheiro, mesmo se você não é HIV +.

Muitas pessoas em SA comprar e possuem apenas um tipo de produto de seguro de vida, ou seja, uma política de funeral. O problema com produtos fúnebres são que embora os prémios (quantia paga mensalmente) são bastante baixos, o benefício de morte que recebe de sua família sobre sua passagem (a soma assegurou) também é muito baixo e você normalmente não recebe nada se você sobreviver por um longo tempo, ou seja, você não vai salvar nada nestas condições.

A principal diferença entre um produto de funeral e outras formas de seguro de vida é que um produto de funeral é normalmente não são subscritos. Isso significa que você pode obter a política sem ter que se submeter a um teste de AIDS, você não precisa ir para um exame médico e geralmente não nem precisa responder a um questionário. Sem subscrição, a seguradora de vida cobra um prémio mais elevado como eles não têm nenhuma informação sobre sua saúde. Uma maneira simples de reduzir o prêmio que você paga é comprar uma política subscrito. No entanto, você terá que submeter-se a esses testes e responder a algumas perguntas.

No entanto, mesmo se você decidir ficar com uma política de funeral, minha pesquisa acadêmica (feito em conjunto com a Universidade de Stellenbosch e Deloitte) demonstrou que esta situação é muito susceptível de mudar à luz baixa mortalidade de AIDS (menos pessoas morrendo de AIDS e HIV + indivíduos viver mais tempo em média). A pesquisa mostra que funeral produtos devem tornar-se o melhor valor para o dinheiro (soma mais assegurada em relação ao prémio), devem começar a oferecer maiores benefícios, devem começar a premiar os clientes que permanecem leais e devem permitir que os clientes começar a poupar mais.

Há duas razões por que políticas de funeral atualmente não oferece como bom valor para o dinheiro como eles serão no futuro. A primeira razão é a AIDS e o segundo é lapsos (quando as pessoas compram uma política de funeral, mas não ficar com ela).

Em decorrência da AIDS, em 2005, a pessoa média em SA só viveu por 54 anos. Hoje, esse número é 62 anos. Prevemos que expectativa de vida da média que Sul-Africano subirá para acima de 65 anos na próxima década. A matemática é simples, quanto mais você vive, os prémios mais você pode pagar em uma política de funeral e, portanto, maior será sua soma assegurada. Como resultado, como melhora a expectativa de vida, condições de funeral se tornará mais baratas. Eles já têm, em certa medida, mas seguro de vida, as empresas são conservadores e não serão re-preço com base em uma melhoria esperada. Eles só serão re-preço em uma real melhoria entregue.

Taxas de lapso sobre as políticas de funeral são mais de duas vezes tão elevadas como em outras apólices de seguro de vida e por ano 5, menos da metade dos segurados funeral ainda tem seus produtos. Isto torna estes valor mais pobres condições para dinheiro para todos os segurados. Por que? Porque um corretor ou agente normalmente recebe uma Comissão quando você comprar uma política e se você não fica com a diretiva de tempo suficiente, não há tempo suficiente para esta Comissão a ser pago através de seus prêmios. Daí, os prêmios são maiores para todos.

Em nossa pesquisa, nós têm mostrado que a maior expectativa de vida dos sul-africanos como resultado inferiores mortes de SIDA, cria a oportunidade para incentivar os segurados para ficar com suas políticas mais e como resultado obter melhor valor para o dinheiro para si mesmos e ajudar todos os tomadores de seguros para obter o melhor valor para o dinheiro. Que incentivos que eu estou falando? Dois exemplos seriam um benefício de volta em dinheiro (em nossa pesquisa, que nós conversamos sobre um dinheiro de volta em 5 anos) ou um valor de resgate após 5 anos (o que significa que se você manter sua política pelo menos 5 anos e então decide que não quer mais, você receberá dinheiro).

Em nossa pesquisa, podemos ter modelado um cenário de mortalidade melhorada (que é o número de mortes na África do Sul vai para a frente) e ter considerado cenários diferentes lapso (onde os lapsos são inferiores aos níveis de altos corrente). Então aplicamos isto a dois exemplos de política, ou seja, uma política de reembolso funeral e uma política de funeral, com um valor de resgate. Os exemplos são mutuamente exclusivos.

Mostramos que com a mortalidade de melhoria esperada, os segurados conseguisse mais de 1 ano em prémios volta em 5 anos e com lapsos inferiores (as pessoas ficarem com suas políticas mais tempo), isto poderia aumentar aos prémios de 18 meses a cada 5 anos. Alternativamente, nós mostramos que um valor de resgate igual a 30% dos prémios pagos poderia ser oferecido após ano 5 permitindo maior mortalidade e isto poderia aumentar para 50% se lapsos também melhoram. O interessante é que assurers de vida devem ser capazes de oferecer estes benefícios melhorados sem isso afetar sua rentabilidade. Isto deve ser uma situação ganha/ganha.

Vejo um futuro próximo onde pessoas em SA começará a obter o melhor valor para dinheiro em suas políticas, especialmente se eles são curre

domingo, 18 de janeiro de 2015

RESULTADO FALSO-POSITIVO PARA EXAME DE HIV NÃO GERA INDENIZAÇÃO

  A 9ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo negou pedido de indenização de um doador de sangue da capital que obteve um resultado falso-positivo em exame de HIV.
        Segundo o autor, a instituição de saúde informou-o do resultado reagente no material coletado e o convocou para a realização de novo exame. A expectativa de que poderia estar contaminado com o vírus teria lhe causado tormento, em razão disso ajuizou ação indenizatória por dano moral, julgada procedente em primeira instância. O hospital, condenado a pagar R$ 12.450 de reparação, recorreu e alegou que os doadores de sangue são informados, de praxe, da possibilidade de repetição de exame em casos de resultados inconclusivos.
        Para o relator Walter Piva Rodrigues, não se verifica nos autos conduta ilícita ou defeito no serviço prestado, o que inviabiliza a caracterização de dano moral indenizável, "sobretudo quando o próprio autor se diz e comprova ser habituado aos procedimentos para doação de sangue".
        Os desembargadores Galdino Toledo Júnior e Mauro Conti Machado também participaram do julgamento e acompanharam o voto do relator, dando provimento ao recurso do estabelecimento.
 
        Comunicação Social TJSP – AG (texto)

domingo, 11 de janeiro de 2015

Sertãozinho/SP registra um número recorde de pessoas com HIV

A Secretaria da Saúde de Sertãozinho registrou um aumento de 144% no número de novos casos de Aids na cidade. Em 2014 foram 44 notificações contra 18 novos casos em 2013.

Este é o maior número de casos registrados em um único ano na cidade desde 1989, data em que começaram as notificações do HIV.

Só nos nove primeiros dias do ano em Sertãozinho, já foram confirmados três novos casos de infectados pelo vírus.

Segundo a Secretaria, o maior número de confirmações ocorreu na faixa etária de 15 a 34 anos, em indivíduos do sexo masculino.

A coordenadora do Programa DST, a infectologista Renata Abduchi, os jovens baixaram a guarda para o HIV. “Na verdade eu vejo que os jovens não estão nem preocupados com esta questão de proteção. Hoje se fala na Aids como a doença de um comprimido, mas essa não é a realidade.”

Sexo
Um homem de 30 anos que contraiu o HIV há pouco tempo, explica que sempre realizou o teste e descobriu ser portador da doença há três meses, após o término de um relacionamento.

“Eu iniciei minha vida sexual com 21 anos, sempre que eu tinha relacionamento com alguém procurava fazer o teste. Fiz exame no final de 2013 e não deu nada, porém em 2014 descobri que tenho HIV”, disse.

O jovem que ainda luta para aceitar o diagnóstico, acredita que contraiu a doença por fazer sexo sem o uso do preservativo. “Acho que eu peguei durante a relação sexual. Sei que é perigoso, mas preferi fazer o sexo sem camisinha.” De acordo com a Secretaria da Saúde, nos últimos dois anos, a prevalência da confirmação de novos casos se deu entre os homens, sendo 10 casos confirmados em 2013 e 28 casos em 2014. Os dados também revelam que a principal via de transmissão é por relação sexual.

A Secretaria ampliou o número de testes realizados por mês. Hoje são quase 400. Este fator pode ter contribuído para o surgimento dos novos casos. “Fazemos testes itinerantes. A equipe vai até a comunidade para fazer os exames e, com isso, temos descoberto as infecções”, explicou Abduchi.

40 mil preservativos mês

Para tentar conter o avanço da doença, os integrantes do Programa DST/Aids, realizam a distribuição de kits de redução de danos e de preservativos em toda rede municipal de saúde. Por mês são disponibilizados nas UBSs e em ações realizadas pela Secretaria da Saúde, quase 40 mil preservativos, tanto masculino, quanto feminino.

Além dos preservativos, kits contendo protetor labial, água, lubrificantes, preservativos e folhetos são distribuídos gratuitamente na cidade.

“Temos um trabalho de redução de danos em campo e que pretende atingir as pessoas mais vulneráveis ao vírus, como usuários de drogas e mendigos. Todas as Unidades Básicas de Saúde recebem preservativos”, explicou Renata Abduchi.

O trabalho de prevenção também conta com um teste rápido. Em pouco mais de 40 minutos, o paciente fica sabendo se é portador de outras doenças além do HIV. “O teste é gratuito. Assim conseguimos mesmo sem nenhum tipo de sintoma iniciar o tratamento.”

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Os desafios de um adolescente com HIV

Os adolescentes encaram uma serie de desafios incomparáveis — e geralmente menos valorizados — no que diz respeito à assistência medica efetiva e tratamentos bem-sucedidos do vírus HIV. John Steever, Medico no Centro de Saúde de Adolescentes do Centro Medico Monte Sinai em Nova York está profundamente familiarizado com estes desafios: ele supervisiona os cuidados de aproximadamente 100 jovens HIV – positivo.

O Dr. Steever falou por telefone com Mathew Rodriguez, nosso Editor da Comunidade Local, sobre o trabalho dele e sobre como os cuidados com o HIV em adolescentes difere dos cuidados do HIV em adultos, e as maiores prioridades que os prestadores de serviços médicos deveriam ter em mente quando tratarem adolescentes HIV-positivo.

Você pode dizer um pouco sobre o Centro de Saúde Adolescente do Monte Sinai e qual seu papel la

O Centro de Saúde Adolescente é na verdade um dos maiores centros de saúde adolescente auto-sustentável dos Estados Unidos. Lá nós vemos todos os anos por volta de 12, 000 indivíduos únicos. Nós fazemos isto de graça para a juventude; nós não cobramos nada deles. Nós somos livres de várias concessões, assim podemos oferecer assistência medica sem nenhuma barreira para os adolescentes.

Eu sou um dos médicos lá, então eu vejo jovens de todos os tipos, de idades entre 12 a 24 ou 25 anos. Nós todos fazemos muitas assistências medicas reprodutivas; trabalhos de GIN (ginecologia), testes de DST`s (Doenças Sexualmente Transmissíveis), testes de gravidez, doação de métodos de controle de natalidade. E tudo isso é feito de graça para as crianças. Então, todos os exames laboratoriais que nós fazemos são gratuitos. Todos os métodos de controle de natalidade que nós doamos são gratuitos. Nós doamos amostras. E então quando nós tratamos DST’s, nós também doamos amostras. Então a juventude não encontra muitos obstáculos para conseguir cuidados médicos. Nós somos realmente super compreensivos. Nós temos uma ala de cuidados médicos. Nós temos uma ala de cuidados ginecológicos. Nós temos uma ala de saúde mental, incluindo psicólogos, assistentes sociais e psiquiatria infantil. Nós também temos educadores em saúde. Nós temos uma nutricionista na equipe. Nós temos um advogado na equipe para jovens que possam precisar de assistência jurídica. Nós temos uma clinica dentaria, e uma nova clinica de olhos que esta disponível aos jovens. E todos estes serviços são gratuitos. Nós fazemos uma combinação de agendamentos e encaixes.

O que eu faço dentro daquele grupo: eu especializo e supervisiono o cuidado medico dos adolescentes soropositivos. Nós temos por volta de 100 jovens em cuidados que tem HIV; alguns nasceram com o vírus (aquisição perinatal), mas a maioria deles contraiu através do ato sexual. E a maiores deles são jovens rapazes de cor que fazem sexo com outros homens – então este panorama reflete um pouco a epidemia na cidade de Nova York.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Feliz 2015!


Devemos refletir muito de como queremos que seja nosso 2015! Já que vejo que o maior medo da maioria dos portadores do HIV é o medo de ficar sozinho, já que o maior fator da depressão e do isolamento e o julgamento da sociedade e o temido preconceito. Por isso desejamos que seu 2015, seja fortalecido com uma grande força e com o respeito e atitude necessária que você possa vencer a todas as barreiras e obstáculos que podem ser impostos no ano que se inicia. E você possa sempre contar conosco no que precisar. 
São os sinceros votos da equipe Ciclo Positivo!




quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Descaso na saúde do Piaui

Os casos de AIDS têm avançado no estado do Piauí nos últimos anos. De 495 novos registros em 2012, o número aumentou para 592 descobertas de infecções pelo vírus. Além do nítido avanço da doença, as dificuldades dos pacientes piauienses também têm aumentado na mesma proporção, como é o caso do público atendido pelo Instituto de Doenças Tropicais Natan Portela, em Teresina, que apresenta problemas para atender a demanda.
Segundo recomendação do Ministério da Saúde, devem ser feitos entre oito e 10 atendimentos por médico, uma vez que as consultas relacionadas ao vírus da AIDS exigem cuidados minuciosos. O que acontece no Hospital Natan Portela é, que devido à grande procura, os profissionais infectologistas, que são apenas quatro, chegam a atender até 12 pacientes por dia, e mesmo assim as filas para consultas apresentam até três meses de espera.
De acordo com a infectologista e diretora do hospital Elna Amaral, a instituição continua sendo referência dentro da área no Piauí, mas devido à grande procura, inclusive por pacientes de outros estados, o número de médicos disponíveis acaba sendo insuficiente e a formação de filas de espera acaba sendo inevitável.
“A fila é realmente muito grande. Nós somos um hospital de referência no estado do Piauí e contamos com o Lineu Araújo para ajudar com os casos de Teresina, mas aqueles do interior do estado ficam no Natan Portela, e acabamos absorvendo casos do Maranhão, do Pará e do Tocantins, e a quantidade de médicos passa a ser insuficiente para atender a demanda dos que permanecem bem, mas que precisam estar em constante consulta médica e os que estão chegando”, conta.
Além dos problemas relacionados ao atendimento, o sindicato dos servidores da saúde denuncia também a precariedade dos equipamentos de uso médico, que estariam abaixo da qualidade necessária aos serviços prestados. Edna Alves, a presidente do sindicato ressalta as dificuldades diárias na unidade.
“Só temos quatro médicos fazendo o atendimento e são 12 consultas por dia. Existe material para trabalhar, mas é de péssima qualidade. Muitas vezes você calça uma luva e ela rasga. Se calçam até quatro luvas para conseguir uma que vai dar certo. Temos também as seringas que  não acoplam com as agulhas”, descreve.
Segundo a secretaria estadual de saúde, o hospital desconhece o problema com os equipamentos, mas admite que o número de profissionais é baixo para a demanda, havendo a necessidade de um novo concurso público para suprir a carência.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Balanço de 2014

Com um balanço dos sucessos e desafios de 2014, o diretor do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais (DDAHV), Fábio Mesquita, abriu na última quarta-feira, 4, a última reunião de coordenadores estaduais e municipais de DST, AIDS e Hepatites Virais de 2014. Coordenadores de todo o país vieram a Brasília para se atualizar quanto aos progressos alcançados pelo órgão, os desafios que ainda persistem e o que se espera para o ano de 2015. O encontro – realizado no Carlton Hotel, em Brasília – foi encerrado na sexta-feira, 5.
Na pauta do primeiro dia do encontro, um balanço do Programa Nacional de DST e AIDS, quase 30 anos depois de seu lançamento, em maio de 1985: a situação atual do HIV, das DST e AIDS no Brasil; a agenda prioritária para 2015; a logística de medicamentos, com participação da Coordenação de Governança e Gestão do DDAHV; o teste rápido, com participação da Coordenação de Laboratório (CLAB) do Departamento; e a atual conjuntura e os próximos passos da bem-sucedida iniciativa Viva Melhor Sabendo, com a Coordenação de Prevenção e Articulação Social (CPAS).
Entre os destaques positivos do ano, o diretor apresentou as cascatas de cuidado contínuo e citou a estabilização de casos de AIDS no Brasil; a queda nas taxas de mortalidade; e a queda na transmissão vertical do agravo, rumo à eliminação absoluta dessa forma de transmissão, e na taxa de detecção de AIDS em crianças menores de 5 anos – “a melhor das as notícias”, disse o diretor. Fábio Mesquita falou também da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP), da Profilaxia Pós-Exposição (PEP) e dos avanços quanto à padronização  do tratamento aos portadores de HIV/AIDS no Brasil. A despeito dos números animadores do Brasil – e de seu persistente protagonismo no cenário internacional – o diretor lembrou, no entanto, que “temos de avançar muito mais” rumo à meta das Nações Unidas de 90/90/90: 90% das pessoas diagnosticadas; 90% das pessoas diagnosticadas seguindo tratamento antirretroviral (TARV); 90% das pessoas em TARV com carga viral indetectável.
Quanto às crescentes taxas de detecção de AIDS entre jovens gays, Fábio Mesquita lembrou que o fenômeno não é exclusivo ao Brasil. “Países que não viveram a explosão inicial da epidemia, há 30 anos – como a Austrália e a Bélgica, por exemplo –, hoje enfrentam o fenômeno do crescimento das taxas de detecção entre jovens gays”, disse – mencionando também países como o Japão, os Estados Unidos e a China. “Estamos todos buscando uma solução para este problema”, reiterou.
A quinta-feira incluiu também um informe sobre o status quo da cooperação interfederativa promovida pelo Ministério da Saúde com o Rio Grande do Sul e o Amazonas, além de proposta de novas cooperações – com os estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina – em 2015.
As apresentações foram intercaladas por momentos de debate livre, para a participação de todos. Foram apresentadas também as mensagens em vídeo do diretor executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/AIDS (Unaids), Michel Sidibé, e do diretor do Departamento de HIV/AIDS da OMS, Gottfried Hirnschall – para quem o Programa Nacional de AIDS merece grande reconhecimento por conseguir, além de impactar a epidemia em território nacional, influenciar a resposta global à AIDS.
DIA 2 – No segundo dia do encontro, a Assessoria de Ações Estratégicas (AAE) apresentou uma proposta de capacitação em planejamento e monitoramento para os estados e municípios, de acordo com as normas e diretrizes do DDAHV.
O diretor Fábio Mesquita ainda apresentou a situação atual das hepatites virais no Brasil, com destaque para a iminente introdução de três novos e revolucionários medicamentos para o tratamento da hepatite C: sofosbuvir, simeprevir e daclatasvir. No momento, os medicamentos estão sob avaliação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). As negociações em torno da adoção destes medicamentos foram especialmente céleres e financeiramente vitoriosas – motivando até mesmo uma manifestação de agradecimento por parte de ONGs de apoio a portadores de hepatites de todo o país na tarde da quinta-feira, 4. “A gente conseguiu isso porque, neste ano, houve a publicação de uma portaria nova, completamente diferente da história do Ministério da Saúde, que coloca juntos a Secretaria de Vigilância em Saúde, a Secretaria e Ciência e Tecnologia e a Anvisa para tomar decisões estratégicas. Essa decisão foi tomada em conjunto pelas três secretarias – e por isso contamos com o apoio delas e da Anvisa, mesmo com a pressa que a gente tem”, explicou o diretor Fábio Mesquita.
O encontro foi encerrado com a previsão de alguns grandes eventos para 2015: o X Congresso da Sociedade Brasileira de DST e o VI Congresso Brasileiro de AIDS.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Estamos no Skype

Estamos no skype, atendemos das 20:00 às 22:30 diariamente, nos adicione: ciclo.positivo



sábado, 20 de dezembro de 2014

Farmaceuticos aumentam a adesão ao tratamento do HIV

A presença de um farmacêutico clínico na equipe multiprofissional que trata pacientes diagnosticados com HIV/AIDS foi responsável por aumentar de 16% para 57% a adesão dessas pessoas ao tratamento, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP.
Outra resposta positiva a essa ação foi o aumento significativo dos linfócitos T CD4+ e consequentemente o percentual de pessoas com carga viral indetectável, de 21% para 52%. A função desse farmacêutico clínico foi especificamente de atender pacientes com problemas de adesão e aqueles que iniciaram a terapia antirretroviral, ou seja, aqueles com diagnóstico recente.
É o que revela a farmacêutica Lilian Pereira Primo, em trabalho desenvolvido para o Programa de Mestrado Profissional em Gestão de Organizações de Saúde, oferecido em parceria entre a FMRP e a Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP) da USP.
O trabalho de acompanhamento dos pacientes com má adesão à Terapia Antirretroviral começou em 2012 e perdurou por doze meses com o intuito de avaliar o impacto da inserção do farmacêutico clínico na equipe multidisciplinar na Unidade Especial de Tratamento de Doenças Infecciosas (UETDI).
A farmacêutica afirma que o paciente sempre teve orientações quanto à doença e o tratamento. Entretanto, devido às inúmeras atividades dos profissionais envolvidos, eles não conseguiam se dedicar exclusivamente ao atendimento do paciente voltado para a adesão. Com o farmacêutico clínico, as orientações da equipe ao paciente continuam, mas com o diferencial da presença do farmacêutico clínico, que se dedica exclusivamente a orientar esse paciente. “Cada consulta individualizada, paciente e farmacêutico clínico, demora entre 20 minutos e 1 hora, dependendo da necessidade apresentada pelo paciente. Acreditamos que esta tenha sido a diferença quando avaliamos o impacto do atendimento do farmacêutico clínico na adesão”.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Casos de HIV aumentaram entre as mulheres

Embora casos de Aids sejam mais notificados em homens no país, há uma faixa etária em que o vírus tem sido mais incidente em mulheres: dos 13 aos 19 anos. A vulnerabilidade das adolescentes brasileiras preocupa organizações feministas, que pedem políticas de prevenção específicas.

O alerta foi publicado em um relatório de monitoramento da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (Cedaw, na sigla em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado nesta sexta-feira. A publicação contou com a participação de 13 movimentos que lutam pelos direitos das mulheres no país.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Seja bem Vindo ao Ciclo

Hoje dia 1º de Dezembro de 2014, inicia um novo blog o "Ciclo Positivo" aqui iremos informar e ajudar as pessoas que sofrem com o HIV, além de pessoas que querem ajudar de alguma forma.

Teremos debates, fóruns e muito mais.

Seja bem vindo ao Ciclo Positivo.


Comunidade do Ciclo Positivo

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