Reservas ocultas de vírus HIV que jazem latentes em células brancas do sangue infectadas podem fornecer a resposta de uma cura para a doença que reclamou mais 39 milhões de vidas.
Pesquisa da Universidade de Rockefeller sugere que um corpo tranquilo de células do sistema imunológico que não dividem poderia abrigar uma reserva do vírus HIV, um potencial alvo para terapias que visam a cura, em vez de gerir a doença.
Estas são um tipo de células T CD4, um tipo especial de células de memória no sistema imunológico que lembro de patógenos encontraram anteriormente e alerta o corpo provocando uma proliferação de células T sintonizado para reconhecer o agente patogénico.
"Recentemente demonstrou que células brancas do sangue infectadas pode proliferar ao longo do tempo, produzir muitos clones, genes do HIV que contém todos os. No entanto, descobrimos que estes clones não aparecem abrigar o reservatório latente do vírus,", diz o autor do estudo Lillian Cohn estudante graduado no laboratório de Imunologia Molecular do Nussenzweig.
"Em vez disso, nossa análise aponta para células que nunca tenham dividido como a fonte do reservatório latente."
HIV pertence a uma família de vírus que se inserir diretamente no genoma da célula hospedeira, onde eles perduram muito tempo após a infecção inicial. HIV destina-se principalmente os linfócitos T CD4, uma célula envolvida em iniciar uma resposta imune.
Em integrar em si o código genético de uma célula T CD4, o vírus seqüestra o processo reprodutivo da célula para produzir mais cópias de si mesmo que infectam e matam as outras células.
Na maioria das vezes a replicação não é totalmente bem sucedida, mas faz bastante dano ao sistema imunológico do hospedeiro, deixando a pessoa vulnerável a infecções oportunistas potencialmente fatais de anos.
Anti-retrovirais no mercado suprimem trabalho de infecção de HIV por perturbar o sequestro de célula do hospedeiro.
Fragmento de DNA
No entanto, uma parte significativa do vírus permanece dormente, minúsculo fragmento de ADN escondido dentro do genoma da célula hospedeira. A infecção permanece latente.
O presente estudo foi à procura deste reservatório do vírus.
Dentro do genoma humano há muito tempo, as chances de inserir-se no mesmo site do vírus são raras. Tais células idênticas são células clonadas enquanto há também as células T CD4 exclusivas com site exclusivo de integração.
Os investigadores examinaram clonadas e exclusivas de células T CD4 em amostras de sangue de 13 pessoas infectadas com o HIV. Uma técnica computacional analítica identificou os locais de integração nas células.
Testes em 75 sequências virais retiradas os clones expandidos de células para vírus latentes renderam nada.
Isto levou a equipe para concluir que o reservatório latente reside em raras células com sites de integração única.
O estudo foi publicado na célula.
Quase 78 milhões de pessoas foram infectadas com o vírus HIV e aproximadamente 39 milhões de pessoas morreram de HIV no mundo, diz a Organização Mundial de saúde. Quase 35 milhões de pessoas estavam vivendo com a doença no final de 2013, enquanto 1,5 milhões morreram devido à Aids sintomas relacionados.
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Os efeitos da AIDS são reversíveis.
Este filme mostra Selina, uma mulher negra e pobre, também soropositiva.
Ela se permitiu filmar durante noventa dias.
Noventa dias da realidade de uma portadora de HIV pobre, negra e sem muitas pessoas por si.
O filme é contado de forma reversa e eu cheguei a encontrar pessoas que, não entendendo nada, mostravam o vídeo como uma “advertência” para os efeitos da AIDS.
Não é esta a história de Selina.
A história de Selina começa pelo nonagésimo dia e corre até o primeiro, quando ela começou a receber a terapia combinada também conhecida como coquetel…
A última mensagem do vídeo é:
Os efeitos da AIDS são reversíveis!
Ajude alguém a ter uma segunda chance.
domingo, 18 de janeiro de 2015
Como saber que estou com HIV?
O vírus da imunodeficiência humana (HIV, em inglês) foi estabelecido como a causa da síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS, em inglês) em 1983. Desde então, muita pesquisa tem sido conduzida e um grande número de informações tem sido gerada no que diz respeito às maneiras que o HIV pode ser transmitido de uma pessoa para outra.
O problema com muitas informações sobre a transmissão do HIV, especialmente na Internet, é que fala em termos gerais. Muito geralmente, as informações de um site irão contradizer diretamente as informações de outro site. Por exemplo, algumas fontes referem-se ao sexo oral como “arriscado”, enquanto outros dizem que é de “baixo risco” ou “sem risco”. Isto pode ser muito frustrante e também pode levar a propagação de informações erradas, e freqüentemente a muitas preocupações desnecessárias sobre a transmissão do HIV.
A infecção por HIV – e o teste de HIV – é uma questão médica. Nós desenvolvemos esta aula para fornecer informações diretas e precisas em relação à transmissão do HIV. Entretanto, é importante ressaltar que esta aula – e outras fontes de informação sobre o HIV na Internet – não deveriam ser consultadas como uma alternativa a cuidados médicos e o teste. Se você receia que você tenha sido exposto ao HIV – independente de quão baixo o risco percebido e não importando quanta informação você encontre na Internet – você precisa entrar em contato com seu fornecedor de cuidados médicos ou um centro de testes de HIV.
ESTOU INFECTADO PELO HIV? COMO SABER?
Fazer o teste de HIV é algo sábio a se fazer. Mesmo assim muitas pessoas se recusam a fazer o teste. Eles acham a idéia de fazer o teste tão assustadora, que eles simplesmente não querem fazer, mesmo que eles continuem a se estressar e se preocupar se eles estão infectados. Outros pensam que fazer o teste é desnecessário porque eles acreditam, ou querem acreditar, que o HIV é algo que não os afetará.
O problema com muitas informações sobre a transmissão do HIV, especialmente na Internet, é que fala em termos gerais. Muito geralmente, as informações de um site irão contradizer diretamente as informações de outro site. Por exemplo, algumas fontes referem-se ao sexo oral como “arriscado”, enquanto outros dizem que é de “baixo risco” ou “sem risco”. Isto pode ser muito frustrante e também pode levar a propagação de informações erradas, e freqüentemente a muitas preocupações desnecessárias sobre a transmissão do HIV.
A infecção por HIV – e o teste de HIV – é uma questão médica. Nós desenvolvemos esta aula para fornecer informações diretas e precisas em relação à transmissão do HIV. Entretanto, é importante ressaltar que esta aula – e outras fontes de informação sobre o HIV na Internet – não deveriam ser consultadas como uma alternativa a cuidados médicos e o teste. Se você receia que você tenha sido exposto ao HIV – independente de quão baixo o risco percebido e não importando quanta informação você encontre na Internet – você precisa entrar em contato com seu fornecedor de cuidados médicos ou um centro de testes de HIV.
ESTOU INFECTADO PELO HIV? COMO SABER?
Fazer o teste de HIV é algo sábio a se fazer. Mesmo assim muitas pessoas se recusam a fazer o teste. Eles acham a idéia de fazer o teste tão assustadora, que eles simplesmente não querem fazer, mesmo que eles continuem a se estressar e se preocupar se eles estão infectados. Outros pensam que fazer o teste é desnecessário porque eles acreditam, ou querem acreditar, que o HIV é algo que não os afetará.
Muitas vezes quando alguém é testado, eles descobrem alegremente que suas preocupações sobre estar infectado eram infundadas. Se assegurar que o teste deu negativo pode oferecer um alivio enorme. Também pode aumentar a motivação em tomar ações para permanecer negativo. Para outros, fazer o teste e descobrir que eles são HIV positivo é o primeiro passo importante para se manter saudável.
Os Centros Americanos de Controle de Doenças (CDC, em inglês) estima que há 1.1 milhão de pessoas HIV positivo nos Estados Unidos. Deste número, o CDC estima que um em cada cinco (21 por cento) não está ciente de sua condição em relação ao HIV. Geralmente sadios em aparência e sentindo-se bem, eles não estão recebendo os cuidados médicos apropriados. Não estando cientes de sua condição em relação ao HIV é muito mais provável que eles irão transmitir, sem conhecimento, o vírus HIV a outras pessoas.
Uma das verdades mais básicas sobre o HIV é que o gênero, a idade, a raça e a condição econômica são irrelevantes quando se trata de vulnerabilidade ao HIV. Qualquer um pode ser infectado. A epidemia de HIV estará conosco por um longo período ainda por vir. No presente não há cura para o HIV/AIDS, mas há medicamentos que provaram serem muitos eficazes em manter as pessoas HIV-positivo vivas por mais tempo e mais saudáveis.
Porque assim como ficar sabendo de seu estado preciso em relação ao HIV é essencial a sua saúde, o teste de HIV é algo sobre o qual todos devem saber.
domingo, 11 de janeiro de 2015
Sertãozinho/SP registra um número recorde de pessoas com HIV
A Secretaria da Saúde de Sertãozinho registrou um aumento de 144% no número de novos casos de Aids na cidade. Em 2014 foram 44 notificações contra 18 novos casos em 2013.
Este é o maior número de casos registrados em um único ano na cidade desde 1989, data em que começaram as notificações do HIV.
Só nos nove primeiros dias do ano em Sertãozinho, já foram confirmados três novos casos de infectados pelo vírus.
Segundo a Secretaria, o maior número de confirmações ocorreu na faixa etária de 15 a 34 anos, em indivíduos do sexo masculino.
A coordenadora do Programa DST, a infectologista Renata Abduchi, os jovens baixaram a guarda para o HIV. “Na verdade eu vejo que os jovens não estão nem preocupados com esta questão de proteção. Hoje se fala na Aids como a doença de um comprimido, mas essa não é a realidade.”
Sexo
Um homem de 30 anos que contraiu o HIV há pouco tempo, explica que sempre realizou o teste e descobriu ser portador da doença há três meses, após o término de um relacionamento.
“Eu iniciei minha vida sexual com 21 anos, sempre que eu tinha relacionamento com alguém procurava fazer o teste. Fiz exame no final de 2013 e não deu nada, porém em 2014 descobri que tenho HIV”, disse.
O jovem que ainda luta para aceitar o diagnóstico, acredita que contraiu a doença por fazer sexo sem o uso do preservativo. “Acho que eu peguei durante a relação sexual. Sei que é perigoso, mas preferi fazer o sexo sem camisinha.” De acordo com a Secretaria da Saúde, nos últimos dois anos, a prevalência da confirmação de novos casos se deu entre os homens, sendo 10 casos confirmados em 2013 e 28 casos em 2014. Os dados também revelam que a principal via de transmissão é por relação sexual.
A Secretaria ampliou o número de testes realizados por mês. Hoje são quase 400. Este fator pode ter contribuído para o surgimento dos novos casos. “Fazemos testes itinerantes. A equipe vai até a comunidade para fazer os exames e, com isso, temos descoberto as infecções”, explicou Abduchi.
40 mil preservativos mês
Para tentar conter o avanço da doença, os integrantes do Programa DST/Aids, realizam a distribuição de kits de redução de danos e de preservativos em toda rede municipal de saúde. Por mês são disponibilizados nas UBSs e em ações realizadas pela Secretaria da Saúde, quase 40 mil preservativos, tanto masculino, quanto feminino.
Além dos preservativos, kits contendo protetor labial, água, lubrificantes, preservativos e folhetos são distribuídos gratuitamente na cidade.
“Temos um trabalho de redução de danos em campo e que pretende atingir as pessoas mais vulneráveis ao vírus, como usuários de drogas e mendigos. Todas as Unidades Básicas de Saúde recebem preservativos”, explicou Renata Abduchi.
O trabalho de prevenção também conta com um teste rápido. Em pouco mais de 40 minutos, o paciente fica sabendo se é portador de outras doenças além do HIV. “O teste é gratuito. Assim conseguimos mesmo sem nenhum tipo de sintoma iniciar o tratamento.”
Este é o maior número de casos registrados em um único ano na cidade desde 1989, data em que começaram as notificações do HIV.
Só nos nove primeiros dias do ano em Sertãozinho, já foram confirmados três novos casos de infectados pelo vírus.
Segundo a Secretaria, o maior número de confirmações ocorreu na faixa etária de 15 a 34 anos, em indivíduos do sexo masculino.
A coordenadora do Programa DST, a infectologista Renata Abduchi, os jovens baixaram a guarda para o HIV. “Na verdade eu vejo que os jovens não estão nem preocupados com esta questão de proteção. Hoje se fala na Aids como a doença de um comprimido, mas essa não é a realidade.”
Sexo
Um homem de 30 anos que contraiu o HIV há pouco tempo, explica que sempre realizou o teste e descobriu ser portador da doença há três meses, após o término de um relacionamento.
“Eu iniciei minha vida sexual com 21 anos, sempre que eu tinha relacionamento com alguém procurava fazer o teste. Fiz exame no final de 2013 e não deu nada, porém em 2014 descobri que tenho HIV”, disse.
O jovem que ainda luta para aceitar o diagnóstico, acredita que contraiu a doença por fazer sexo sem o uso do preservativo. “Acho que eu peguei durante a relação sexual. Sei que é perigoso, mas preferi fazer o sexo sem camisinha.” De acordo com a Secretaria da Saúde, nos últimos dois anos, a prevalência da confirmação de novos casos se deu entre os homens, sendo 10 casos confirmados em 2013 e 28 casos em 2014. Os dados também revelam que a principal via de transmissão é por relação sexual.
A Secretaria ampliou o número de testes realizados por mês. Hoje são quase 400. Este fator pode ter contribuído para o surgimento dos novos casos. “Fazemos testes itinerantes. A equipe vai até a comunidade para fazer os exames e, com isso, temos descoberto as infecções”, explicou Abduchi.
40 mil preservativos mês
Para tentar conter o avanço da doença, os integrantes do Programa DST/Aids, realizam a distribuição de kits de redução de danos e de preservativos em toda rede municipal de saúde. Por mês são disponibilizados nas UBSs e em ações realizadas pela Secretaria da Saúde, quase 40 mil preservativos, tanto masculino, quanto feminino.
Além dos preservativos, kits contendo protetor labial, água, lubrificantes, preservativos e folhetos são distribuídos gratuitamente na cidade.
“Temos um trabalho de redução de danos em campo e que pretende atingir as pessoas mais vulneráveis ao vírus, como usuários de drogas e mendigos. Todas as Unidades Básicas de Saúde recebem preservativos”, explicou Renata Abduchi.
O trabalho de prevenção também conta com um teste rápido. Em pouco mais de 40 minutos, o paciente fica sabendo se é portador de outras doenças além do HIV. “O teste é gratuito. Assim conseguimos mesmo sem nenhum tipo de sintoma iniciar o tratamento.”
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
Feliz 2015!
Devemos refletir muito de como queremos que seja nosso 2015! Já que vejo que o maior medo da maioria dos portadores do HIV é o medo de ficar sozinho, já que o maior fator da depressão e do isolamento e o julgamento da sociedade e o temido preconceito. Por isso desejamos que seu 2015, seja fortalecido com uma grande força e com o respeito e atitude necessária que você possa vencer a todas as barreiras e obstáculos que podem ser impostos no ano que se inicia. E você possa sempre contar conosco no que precisar.
São os sinceros votos da equipe Ciclo Positivo!
domingo, 21 de dezembro de 2014
CNBB lança campanha sobre DST
Cuide bem de você e de todos os que você ama - esse é o slogan da campanha que tem o objetivo de disseminar informações no maior número de canais de informação disponíveis em todo o Brasil. O Departamento de DST, AIDS e Hepatites virais apoiou tecnicamente a proposta da CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio da Pastoral de AIDS, para realização de uma campanha de incentivo à testagem em todas as paróquias e dioceses brasileiras. Essa ação pretende alcançar cerca de mais de onze mil paróquias em todo o Brasil, representando 250 comunidades.
A Pastoral de AIDS, com seus agentes e o trabalho junto à comunidade e unidades de saúde, realizará atividades de conscientização para a necessidade da testagem para o HIV em seus espaços de atuação.
O objetivo é incentivar o diagnóstico precoce do HIV e colaborar para o cumprimento da meta 90-90-90 (90% de pessoas testadas, 90% tratadas e 90% com carga viral indetectável até 2020), estabelecida pelo UNAIDS - Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS.
A campanha teve o lançamento oficial em 27 de novembro, na sede da CNBB em Brasília e, concomitantemente, nas dioceses e arquidioceses, será veiculada em emissoras de TV e rádio, mídias sociais, jornais, folders e outros meios de comunicação da Igreja Católica, no Brasil inteiro, inclusive em celebrações. O protagonista da campanha será o Padre Fábio de Melo.
O Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais apoiou a construção da campanha por meio da criação dos materiais gráficos, vídeo para televisão e materiais de internet. A proposta é de que a campanha da Pastoral de AIDS tenha uma identidade própria e afirmativa.
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